Alyssa Monks
Madrigal de saudade
A ti e ao teu sorriso
Compus em suspiros!
No aço frio da noite
Palmeando espaços
Na vaga da cama,
Salvando espasmos
Músculos torcidos
Sentidos vencidos,
Fiz palavras soluçadas
Inaudíveis aos cômodos
Morarem em lençóis
Antes que a manhã
No céu sem tinta
Desse nó ao peito.


23 comentários:
que bela solidão viveste!
laerth,
você viu?
em tudo há beleza, principalmente em lamentos amorosos...
obrigada!
um beijo.
Começo vazio, sua palavras vão me prenchendo; nem sempre consigo, depois de ler, formular um comentário.
Li o do Laerth, e vi que ele acertou. Li sua resposta, e isso se confirmou.
Meu comentário, pois, satisfatório para mim, reflete o do Larth, que foi mais perspicás e sensível.
Um beijo minha querida.
sylvio,
:)
você é uma pessoa inteligente!
um beijo, amigo.
hum.....
tem sempre um nó no peito, mesmo que travestido de beleza, ou poesia... esse nó, sinto muito, não ata nem desata.
:)
wal...
você saber tudo de nó...
:)
Seria Wall, então, uma pessoa
nó(tável)?
hahahah,
wal... é mais de desfazer nós complexos...
um beijo, sylvio.
engraçado a diferença que existe entre vcs duas: são duas pessoas muiiiito inteligentes; sensíveis...; mas que se expressam de maneira muito diferente!
Em comum: não estão 'casadas'.
Nem eu...
:)
rs...
somos tudos farinha do mesmo saco, mas com moagem diferente...
beijos!
Betimba, meu bem, me lambuzo toda com seus desabafos nos modos dessa chic-nologia tão tua, elegante mulher das artes! Um luxo só! Beijos em mil quilates!
)foi num Outubro de um desses anos, nem me lembro ao certo quando, em que a Senhora me viciou numas letras mineiras...Ai, Bonita Bendita Dentina, depois daquele ano, virei um trapo e tenho de passar aqui pra me reorganizar nas suas chiquesas!(
carla,
é uma pena eu estar de mudança e a dança dos móveis me fazer perder o maior tempo do mundo! do contrário eu estaria lhe paparicando, lendo seus escritos e lhe dando a atenção que merece.
perdoe.
assim que me fixar na casa nova te coloco no pedestal!
as letras mineiras são vício e veneno, mas "tudo do bom".
os vícios são mútuos, pelo que estou sabendo...rs.
obrigada por vir, bella.
um beijo.
...traigo
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...
desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ
COMPARTIENDO ILUSION
BETINA
CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...
ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE ALBATROS GLADIATOR, ACEBO CUMBRES BORRASCOSAS, ENEMIGO A LAS PUERTAS, CACHORRO, FANTASMA DE LA OPERA, BLADE RUUNER Y CHOCOLATE.
José
Ramón...
belo post, sim, belo!
obrigada!
Jabotina, sua latina de batina! Vim aqui me banhar dos teus lampejos arteiros e também para dizer que estou na campanha do além, buscando visitadas opiniões aqui no nichosdamortaquasemenoria.blogspot.com , onde vitrines tentam indenizar ensejos amortalhados, onde morte é como coisa vivida em finalmente arder, arder até vir a crer...enfim, vou até lustrar as lápides já esperando tua aparição fantasmina bailarina por lá!
Beijos vivos!
)e vã combiná, né gata!...o culega argenta aí ta só contr c contr v...(
beijos, madrinha!
difícil falar de um texto
que grita
e nos silencia
carla! hahahah
você é o meu bem necessário!
o culega argenta tá é querendo aparecer!
hahahaha
obrigada pela visita. vou lá dançar no cemitério das tuas relíquias, com todo o prazer da ponta dos pés.
um beijo, docinho de coco.
henrique,
mil vezes obrigada pela leitura!
Este blog seu eu não tinha visto. Que linda e sugestiva poesia! As aliterações se mesclam com as idéias, e há as imagens sinestésicas, enfim, uma série de coisas bonitas...
Adorei!
Abraço forte!
renato,
escrevo em alguns...rs.
mas confesso que é aqui no sensytiva que permito, em conjunto com a obra de alyssa monks, me dar ao luxo de algum erotismo.
sua leitura aqui é um presente!
obrigada!
"...flor orgias no entrecéu
onde as estrelas
são tempo..."
luiz,
já estou encantada com a tua palavra serpente.
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